Crescimento da adesão por essa modalidade educacional no Brasil impulsiona o desenvolvimento de cursos em diversas instituições, incluindo universidades.
A distância geográfica dos grandes centros educacionais e a necessidade de flexibilização de tempo são alguns dos motivos que levam à escolha dessa modalidade de ensino.
Mas a educação a distância também favorece pessoas que têm necessidades especiais, que, muitas vezes, encontram nesta modalidade de ensino uma forma de continuarem seus estudos.
É o caso do consultor de viagens Gustavo Franco, que, após um acidente de carro no ano 2000, ficou tetraplégico. Ao cursar Certificação em Educação Virtual a distância no Senac São Paulo, declara ter se surpreendido.
“Foi uma experiência gratificante, pois achava que, por ser virtual, o curso pudesse ter conteúdo abaixo do convencional. Mas, assim como nas aulas presenciais, só aprende quem quer”, garante.
Outro perfil de estudantes que adotam o modelo a distância são os brasileiros que moram no exterior. De acordo com André Luiz Lui Lopes, analista financeiro sênior da Newell Rubbermaid e ex-aluno de Visual Basic, o reconhecimento e os preços competitivos em relação aos cursos oferecidos nos Estados Unidos – onde vive desde 2000 – são alguns dos pontos positivos.
“O contato com os professores é constante e facilita o aprendizado, além disso o material é bem elaborado e torna o acompanhamento das aulas uma atividade simples”, afirma.